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DIA 29 DE OUTUBRO DIA MUNDIAL DA PSORÍASE
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Medicamentos Biológicos


Medicamentos biológicos trazem nova esperança aos pacientes com Psoríase
novas terapias proporcionam a remissão das lesões que acometem a pele, libertando os pacientes da rotina de esconder as marcas deixadas pela doença Uma nova classe de medicamentos, chamados biológicos, vem apresentando resultados surpreendentes no tratamento da psoríase. A doença, caracterizada por lesões avermelhadas e descamativas que surgem na pele, não só provocam desconforto físico, mas afetam a vida social e as relações interpessoais dos portadores.


                 Para os pacientes que não obtém melhora com medicamentos tradicionais, principalmente em casos mais avançados, os agentes biológicos aprovados no Brasil para o controle da doença, são uma nova e boa proposta de tratamento.


                 Nove em cada dez pacientes apresentam melhora de 75% após 10 semanas de tratamento com os agente biológicos. Durante esse período, o paciente recebe aplicações do medicamento.


                  A maioria dos pacientes que não responde aos tratamentos convencionais obtém uma rápida regressão das lesões utilizando os agente biológicos. Estudos mostram que 40% dos pacientes alcançam pelo menos 50% de melhora já na segunda semana de tratamento. Pacientes com psoríase moderada ou grave dependem de tratamentos mais agressivos. Para eles, os agentes biológicos oferecem uma eficácia rápida e sustentada, com poucos efeitos colaterais.


                  Além dos incômodos físicos, a psoríase está relacionada a uma alta taxa de morbidade psicológica e social, pois a doença afeta a auto-estima, provoca sentimentos negativos, discriminação e isolamento. Em uma pesquisa com seis mil pacientes, 80% relataram que a doença afetava sua qualidade de vida. Outro estudo com 369 pessoas portadoras de psoríase grave mostrou que mais da metade dos que trabalhavam perderam, em média, 26 dias de trabalho no ano por causa da doença. Entre os desempregados, um terço atribui à psoríase o fato de não estarem trabalhando.


                 A psoríase afeta de 1% a 3% da população mundial. De origem desconhecida, é classificada como uma doença autoimune (anticorpos do próprio organismo atacam a pele e/ ou articulações). De 5% a 30% das pessoas com psoríase desenvolvem artrite psoriática (inflamação nas articulações pela psoriase) cinco a dez anos depois do surgimento das lesões cutâneas.


                 O Infliximabe é um agente biológico que foi aprovado pela ANVISA para psoríase e artrite psoriática em maio de 2005 sendo que outros também já o foram e estão em uso no Brasil. O Infliximabe também é indicado para o tratamento da artrite reumatóide, doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn e colite ulcerativa) e espondilite anquilosante.

 O tratamento da psoríase conta agora com medicamentos biológicos. Por agirem em regiões específicas do sistema imunológico, os medicamentos biológicos são muito eficazes e apresentam menos efeitos colaterais que os tratamentos sistêmicos convencionais. A psoríase é uma doença crônica da pele, caracterizada pela presença de manchas avermelhadas que descamam. As lesões surgem devido a um processo inflamatório que acelera o ciclo de renovação da pele, fazendo com que as células novas sejam produzidas mais rapidamente que o normal.

 O efalizumabe desenvolvido pelo laboratório Serono, em parceria com a empresa Genentech, é um dos novos medicamentos biológicos, indicado para psoríase moderada a grave. Trata-se de um anticorpo monoclonal que bloqueia as células T, as quais participam do processo inflamatório e provoca o desenvolvimento dos sintomas da psoríase.

Aprovado nos Estados Unidos pela FDA (Food and Drug Administration), em outubro de 2003, com o nome comercial de Raptiva, efalizumabe acaba de ter sua comercialização autorizada na Suíça e será a primeira medicação biológica contra a psoríase lançada na Europa. Antes do final deste ano, o novo medicamento deverá estar disponível no Brasil.

A aprovação de efalizumabe na Suíça foi baseada em quatro estudos científicos de fase III, que foram detalhadamente analisados pela FDA. O novo medicamento proporciona vantagens. É administrado por via subcutânea, o que permite ao paciente auto-aplicar a medicação. Além de ser muito seguro, aprovado para o tratamento em longo prazo, enquanto outros medicamentos têm que ser administrados em períodos espaçados, devido aos efeitos colaterais que provocam.

          A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o uso de Remicade (infliximabe), para o tratamento de pacientes com psoríase (de moderada a grave, em placas). Remicade já está no mercado brasileiro desde 2.001, aprovado para a artrite reumatóide, doença de Crohn e espondilite anquilosante.


         Remicade é um medicamento biológico, disponível comercialmente no Brasil para o tratamento da psoríase. Seu maior benefício é a rápida ação, com redução significativa das lesões da pele e melhora da qualidade de vida após uma ou duas aplicações do produto. A melhora é mantida em longo prazo, com a manutenção do tratamento.

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